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Curtas & Longas metragens
Produções fílmicas de ficção, documentário e animação com temáticas indígenas, ambientais e sócio-culturais, com destaque para questões fronteiriças e de migração.
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SolicitarFronteira em Combustão
Ficção. Platô Filmes. “Prêmio Chico Mendes de Melhor Roteiro”, no Festival Cine Amazônia (2017) e Seleção Oficial do “Festival Internacional de Curta-metragens de São Paulo” (2017).
No extremo Norte do Brasil, Gilberto está desempregado e seu vizinho Riba o convida para ‘’puxar’’ gasolina da Venezuela. O negócio parece rentável, mas a família de Gilberto pressente o pior. Um curta- metragem do diretor Thiago Briglia.
Direção: Thiago Briglia
Produção: Platô Filmes
A inacreditável história do milho gigante
Animação. Direção: Aldenor Pimentel.
No meio do lavrado, uma pequena formiga encontra um milho gigante. O Tamanduá aparece e se dispõe a cuidar do alimento, enquanto ela busca ajuda dos parentes para levar o milho até o formigueiro. Será que a formiga confiará no seu maior predador?
Direção: Aldenor Pimentel
Produção: Platô Filmes
Nome Sujo
Ficção. Direção Artur Roraimana.
Lucas é um jovem adulto que já precisa lidar com a responsabilidade de trabalhar para se sustentar, quando uma câmera fotográfica que ele queria muito comprar entra em promoção, o jovem inicia uma busca por meios de realizar seu desejo.
Direção: Artur Roraimana
Produção: Platô Filmes
Rabiola
Ficção. Platô Filmes. Direção Thiago Briglia. Prêmios de Melhor Filme (público), Melhor Roteiro e Melhor Atuação (Júri) no 4ª Festival Olhar do Norte. Melhor FIlme do Prêmio Cultural ALE-RR, Seleção Oficial do Festival de Cinema SESC Nacional
Bernardo, um garoto brasileiro, Joisiris e Jeferson, duas crianças venezuelanas, travam uma batalha no céu para ver quem derruba o papagaio de quem. Quando isso acontece, uma nova disputa começa.
Direção: Thiago Briglia
Produção: Platô Filmes
Por onde anda Makunaíma?
Produção da Platô Filmes em co-produção com a Boulevard Filmes. Direção de Rodrigo Séllos. O documentário recebeu o Candango de Melhor Filme do 53º Festival de Cinema de Brasília em 2020, o Prêmio de Melhor Documentário no 25º Inffinito Brazilian Film Festival 2021 (EUA) e Seleção oficial do 43º Festival de Cinema Latino-americano de Havana.
Por onde anda Makunaíma? faz um resgate histórico e cultural daquele que é o personagem ficcional mais identificado com um certo jeito de ser brasileiro. A começar por Makunaima, mitos de origem de etnias da tríplice fronteira Brasil-Venezuela-Guiana, registrado em livro pela primeira vez no início dos anos de 1910, pelo etnólogo alemão Koch-Grünberg. É ele quem faz a ponte entre o extremo norte da América do Sul com o Brasil não-indígena, por meio de Mário de Andrade, célebre autor da rapsódia Macunaíma, o heroi sem nenhum caráter, de 1926. Em 1969, Joaquim Pedro de Andrade lança a sua versão dessa história, o filme mais censurado do Cinema Novo. Em 78, Antunes Filho leva Macunaíma para o teatro. Em 1983, Macunaíma volta para o cinema como Exu-Piá, de Paulo Veríssimo, filme selecionado para o Festival de Berlim em 1985, mas não exibido. Com depoimentos em português, alemão, espanhol, macuxi e taurepang, o filme retorna a esse personagem que já nasce múltiplo e segue contemporâneo.
Direção: Rodrigo Séllos
Produção Executiva: Letícia Friedrich e Thiago Briglia
Produção: Platô Filmes
Co-produção: Boulevard Filmes
Aqui en la Frontera
Documentário. Platô Filmes. Direção: Daniel Tancredi e Marcela Ulhoa. Seleção Oficial Latino-Americana da 12ª Mostra Ecofalante de Cinema – 2023.
Filmado na fronteira entre o Brasil e a Venezuela em meio a uma das maiores crises migratórias da América Latina, Aqui en la Frontera conta a história de três venezuelanos com vivências de acolhida bem distintas. O filme retrata Stephanny, uma jovem mãe de 21 anos que precisa retornar ao país para buscar sua filha; Francis, uma mulher trans e liderança de um abrigo de refugiados militarizado do Governo Brasileiro, e Argenis, que organiza uma ocupação com mais de 300 venezuelanos em Boa Vista, sob ameaça de despejo.
Direção: Marcela Ulhoa e Daniel Tancredi
Produção: Platô Filmes
A Pele do Ouro
Documentário. Direção Marcela Ulhoa e Yare Perdomo
Patri escreve, narra e atua em A Pele do Ouro, documentário que parte de seus diários íntimos para revisitar memórias marcadas pela infância na Venezuela e pelos riscos assumidos na busca do sonhado ouro na Amazônia brasileira. Nos cadernos que acumula ao longo do caminho, onde escreve e desenha o que vive, revela a condição da mulher no garimpo, onde, assim como a terra, tudo é revirado e explorado.
O Chocalheiro
Ficção. Direção Vanessa Brandão e Leonardo Brandão.
Na pequena fazenda Cruz Nova, Onildo vive com sua esposa Joaquina e os filhos, Domingos e Sebastião, cercados pelo vasto lavrado e pelos mistérios da mata vizinha. Desde sempre, histórias sobre o Chocalheiro, uma entidade antiga que vaga pelas matas brandindo seus sinistros chocalhos, rondam a região. Certo dia, após um desentendimento severo com o pai, o pequeno Domingos foge para a mata ao entardecer, carregando consigo suas mágoas. Desesperado, Onildo se embrenha no mato para resgatar o filho e acaba frente a frente com o inexplicável. A partir desse encontro, nada mais será o mesmo para aquela família. Os encantados do lavrado, sempre presentes, ensinam pelo medo e marcam quem ousa atravessar seus caminhos. “O Chocalheiro” é uma fábula sombria sobre culpa, redenção e os pactos silenciosos entre os homens e as forças ancestrais da natureza.
A Platô Filmes é uma produtora audiovisual com sede em Boa Vista, Roraima.
A Platô Filmes é uma produtora audiovisual com sede em Boa Vista – Roraima. Focada em produção de conteúdo amazônico, tem experiência com produções fílmicas de ficção, documentário e animação com temáticas indígenas, ambientais e socioculturais, com destaque para questões fronteiriças e de migração. Já produziu dois longas-metragens documentais: Por onde anda Makunaíma? (2020) que recebeu o Candango de Melhor Filme do 53º Festival de Cinema de Brasília 2020 e o prêmio de melhor documentário do 25º Inffinito Brazilian Film Festival – Miami 2021, e o longa Aqui em La Frontera (2023), Seleção Oficial da 12ª Mostra Ecofalante de Cinema e Seleção Oficial do Festival do Rio 2023 – Mostra O Estado das Coisas. Filmou no começo de 2025 seu primeiro longa de ficção, Ninho Tinto, aprovado no edital “Novos Realizadores 2022” da Ancine/BRDE e Seleção Oficial do Fórum de Co-produção Europa-América Latina do 71º Festival de Cinema de San Sebastián (2023). A Platô Filmes também é produtora de diversos curtas-metragens de ficção e documentário, com destaque para Rabiola (2021), vencedor do Prêmio de Melhor Filme do Público no 4ª Festival Olhar do Norte, além dos filmes Nome Sujo (2021), A extraordinária história do Milho Gigante (2021) e Fronteira em Combustão (2016), que circularam em diversos festivais pelo Brasil e pelo mundo. A produtora acaba de ser contemplada no Edital de Co-produção Internacional – Cinema 2023 – Ancine/FSA/BRDE para produzir e dirigir o longa de ficção Ao lado da estrada, também contemplado na Lei Paulo Gustavo de Roraima (2024). A produtora ampliou seu campo de atuação por meio do seu braço educacional intitulado “Escola Livre de Cinema e Comunicação da Amazônia” (ECCA). Por onde executa duas mostras de cinema: Mostra Picuá de Cinema e Literatura do Tepequém, em co-realização com a Makunaima Soluções em Turismo, e a Mostra Tamoaki, em parceria com Associação Roraimense de Cinema.

















